Metroid: Other M: detalhes

8 06 2009

Do FinalBoss:

Uma das surpresas anunciadas na grande feira de games E3, pela Nintendo foi a nova aventura de Samus Aran que está sendo desenvolvida pela empresa em parceria com o estúdio Team Ninja, famoso por jogos como ”Dead or Alive” e ”Ninja Gaiden Sigma”.

Durante a coletiva de impressa nenhum detalhe a não ser o nome do game, ”Metroid: Other M” foi divulgado. Entretanto, o site Gamekyo revelou mais detalhes sobre o game que está começando a tomar forma.

De acordo com o site de games, os acontecimentos de ”Other: M”ocorrerão entre ”Super Metroid”, desenvolvido para Super NES, e ”Metroid Fusion”, produzido para Game Boy Advanced (GBA).

O novo jogo contará muito sobre a história pessoal de Samus Aran, além de envolver outro personagem importante para o enredo Adam, supervisor da caçadora de recompensas que possui o hábito de chama-la de ”dama”.

O Team Ninja disse que a dificuldade do game de Samus não será tão alta como outros títulos já criado pelo estúdio, como os jogos da série ”Ninja Gaiden”. ”Metroid: Other M” será linear, e várias melhorias podem ser feitas na armadura. Cada área do game apresenta diversas criaturas que devem ser derrotadas para conseguir prosseguir no jogo.

A nova aventura da caçadora de recompensas, Samus Aran, tem lançamento previsto para março de 2010, nos Estados Unidos.

”Metroid: Other M” não parece ser tão fácil quanto o Team Ninja promete

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Wii Preto e DSi vermelho, só que apenas no Japão.

8 06 2009

Dia 11 de junho o DSi, será comercializado nessa cor Vermelha:

Além de Branco, Rosa, Verde, metalico e Preto.

Além de Branco, Rosa, Verde, metalico e Preto.

Só que o Wii tambem não ficou fora apartir de agosto o console tambem será preto:

Uma coisa interessante é que quando o Wii era um beta seu nome era revolution e sua cor preta

Uma coisa interessante é que quando o Wii era um beta seu nome era revolution e sua cor preta

Não se sabe se essas cores tambem sairão no Brasil (onde o Wii é fabricado) e nos EUA.





Novas informações sobre o esperado Bioshock

8 06 2009

Vamos começar pelo começo:

10 anos se passaram desde o primeiro Bioshock, um misterioso e cruel monstro tem levado garotinhas para cidade submersa de rapture- notem a criatividade até aqui- Você é o primeiro Big Daddy e viaja até a bela cidade caída, perseguindo o monstro, procurando respostas e procurando sobreviver.

Multiplayer em BioShock 2 se trata de uma nova  experiência que aumenta a já ótima mecânica do primeiro jogo. Se passando durante a queda de Rapture, os personagens serão cobaias para testes de Plasmids. Jogadores terão à disposição todos os recursos e ferramentas para sobreviver nas profundezas da cidade.

E no Single Player agora além de atirar você pode usar Plasmids ao mesmo tempo.

Bioshock, 2 para PS3, X360 e PC.





E309 retro: Gameplay de Agency

7 06 2009

Ta aí, o jogo que vai desbancar GTA, será?





Street Fighter IV terá controle especial pra versão PC

7 06 2009

Por US$ 60 a partir de hoje um controle com tema de varios personagens presentes nessa versão do clássico de lutas.

Lembrando que o controle é exclusivo do PC e sem ele o jogo sai por US$ 40.





E309 Retro: Soul Calibur Broken Destiny PSP – Kratos

7 06 2009




Jogo em Guantanamo será cancelado

7 06 2009

Do UOL Games:

Jogo que se passa em Guantánamo não será mais lançado

O game “Rendition: Guantanamo”, que estava em produção pelo estúdio escocês T-Enterprise exclusivamente para Xbox 360, não chegará a ver a luz do dia. Em comunicado oficial, Zarrar Chishti, diretor do estúdio, informa que o game não será finalizado em função de “reações extremas” direcionadas ao projeto. O jogo estava programado para ser lançado em janeiro de 2010.

O título se passaria em uma prisão de Guantánamo fictícia, não controlada pelo exército americano, mas sim mercenários, com prisioneiros submetidos a experimentos científicos.

Durante o desenvolvimento, o time de produção contratou Moazzam Begg como consultor interno. Begg, um cidadão britânico, foi preso em janeiro de 2002 sob acusações de terrorismo. Ele foi mantido durante três anos em Guantánamo, o campo de detenção controlado pelo governo americano desde 2002, após os ataques em 11 de setembro, para onde eram enviados os criminosos considerados terroristas.

De acordo com o estúdio, Begg foi chamado não apenas por motivos politicamente corretos, mas sim para ajudar no design interior da prisão, por conta de sua vivência interna. Tal movimentação causou uma enorme especulação, sendo acusado por diversos veículos de que a empresa estaria produzindo um jogo pró-terrorismo.

Apenas um jogo

Em comunicado oficial, Chishti diz que gostaria de esclarecer quaisquer problemas e desentendimentos que foram gerados na controversa história. Além disso, informa que a T-Enterprise desistiu de lançar o game. “Infelizmente, todas as especulações feitas por diversos veículos e sites foram imprecisas e mal informadas. Baseados em um simples trailer que mostrava pouco do game, muitas conclusões sem fundamento foram feitas”, diz. “O jogo nunca foi feito para ser uma propaganda ou uma ferramenta em prol do terrorismo, ou até mesmo para glamourizar o terrorismo”, afirma.

Chishti deixa claro também que o personagem principal nada tem a ver com Begg. “Primeiro de tudo, o personagem central não é Moazzam Begg. Seu nome é Adam e ele foi preso por conta de uma confusão de identidades, ele nunca foi terrorista. A T-Enterprise é contra todas as formas de terrorismo e nunca iria procurar se associar a algo assim. Além disso, a Guantánamo do game seria controlada por mercenários e não teria o envolvimento de militares americanos. Nós apoiamos os exércitos americanos e britânicos que combatem o terrorismo no mundo”, afirma.

Em seu comunicado, o diretor nega ainda supostos envolvimentos do estúdio com a organização terrorista Al-Qaeda, ideia que foi levantada por veículos de comunicação. “Nada disso é verdade. O jogo foi planejado para simplesmente ser uma diversão para adultos em um videogame”, garante.

Guantánamo vem sido alvo de polêmicas recentes, que aumentou com a posse de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos. Recentemente, Obama assinou um decreto-lei para fechar a prisão de Guantánamo ainda no primeiro ano do seu mandato, mas o Senado bloqueou fundos para soltar os prisioneiros.

Iraque

Caso similar ocorreu com o game “Six Days in Fallujah”, outro título que teve sua produção interrompida graças a polêmicas geradas em seu desenvolvimento. Na ocasião, a Konami, distribuidora do jogo, anunciou que não iria mais lançar “Six Days in Fallujah”, game de guerra baseado nos eventos da Guerra do Iraque. A companhia havia tomado a decisão após analisar o impacto negativo causado pelo proposto conteúdo, que estava em desenvolvimento pela Atomic Games e contava com mais de três dúzias de veteranos da Guerra do Iraque como colaboradores da produção.

“Depois de ver a reação nos Estados Unidos ao jogo e ouvir opiniões via telefonemas e e-mails, decidimos dias atrás que não vamos mais vendê-lo”, disse um representante da Konami. “Pretendíamos transmitir a realidade das batalhas aos jogadores de forma que eles pudessem sentir o que era estar lá [no Iraque]”.

Veteranos de guerra criticaram a proposta da Konami, dizendo que a ideia era de “julgamento pobre e de mau gosto”, e o jogo “glorifica” a violência e a “enorme quantidade de vidas perdidas” numa guerra que ainda acontece. Na ocasião, Anthony Crouts, executivo da Konami, afirmou que a empresa não tratava seu jogo como uma declaração política, e sim “uma envolvente experiência de entretenimento”. Representantes da Stop The War Coalition criticaram o evento que inspirou o game em declaração feita ao site de tecnologia TechRadar: “O massacre conduzido pelos exércitos americano e inglês em Fallujah em 2004 é o pior dos crimes de guerra em uma guerra ilegal e imoral”. Segundo estimativas, o confronto em Fallujah deixou 1,5 mil iraquianos mortos, além de 38 soldados americanos.